24 de fevereiro de 2024

Rolos de treino: tire suas dúvidas e conheça algumas opções

0
3910

POR PEDRO CUNACIA

Dias de chuva e horários lotados na agenda não são desculpas para não ter uma regularidade maior nos treinos de ciclismo. Para estes casos, uma opção para não perder o ritmo na bike é usar o rolo de treino. Prático e muito eficaz, o acessório é capaz de simular uma pedalada na rua e ajudar na evolução técnica do ciclista de forma segura.

“Basicamente, são duas as categorias de rolo de treino: o solto (ou livre) e o fixo”, explica Erick Azzi, fundador da Azzi Cycling. No solto, a bicicleta fica apoiada em dois roletes, um na roda de trás e outro na roda da frente, sem ser presa a nada. “Você pedala como se estivesse na rua”, diz Erick. No rolo fixo, a bike é presa a um acessório no chão, e apenas a roda de trás gira. “O rolo livre exige um pouco mais de habilidade da pessoa, e por isso não é muito procurada por amadores“, completa.

Com o avanço da tecnologia, foram criados diferentes sistemas de rolos com variados tipos de resistência e novos conceitos de interatividade para tornar a experiência ainda mais real – caso do Zwift. Os chamados rolos magnéticos, por exemplo, possuem uma resistência magnética nos pedais, e são os modelos de entrada para a maioria das marcas, apresentando bom custo-benefício.

Os rolos pneumáticos ou de ar oferecem pouca resistência, mas são boas opções para quem quer simular uma subida, por exemplo. Já os rolos fluidos, como o nome diz, usam um fluido para gerar a resistência nos pedais. Além de serem os mais realistas, também são os mais silenciosos entre os modelos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui