22 de outubro de 2021

Alimentação infantil: oportunidade de mais saúde para a família

Bons hábitos alimentares começam na infância: veja como a família toda pode se beneficiar com isso

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Quando nasce uma criança, renasce uma família. E, quando a criança começa a introdução alimentar, surge uma chance para todos reverem hábitos. Afinal, se queremos ofertar o que há de melhor e mais saudável para ela, a primeira coisa a ser dada é o bom exemplo.
A atenção nos primeiros anos de vida ajuda a formar o paladar e a relação dos futuros adultos com a comida. Pais, cuidadores, avós, tios, irmãos mais velhos e amigos são modelos para as crianças que estão descobrindo a cultura alimentar.

A infância é um período de descobertas, mas elas continuam ao longo da vida. Nem todo sabor agrada na primeira tentativa. Vale tentar variar receitas e formas de apresentação antes de afirmar “não gosto!”, sempre respeitando o seu paladar e o da criança se depois de repetidas tentativas o sabor não agradar.

Além, disso, converse sobre a comida: identificar sabores (se algo é doce, salgado, ácido, se tem gostinho de manjericão, alecrim etc.) pode ser uma brincadeira divertida. Fale sobre de onde vêm os alimentos e, de forma simples, como eles ajudam a nossa saúde. Além de informar os pequenos, essa é uma ótima oportunidade de fazer lembretes a si mesmo e mudar os seus próprios hábitos.

Reunimos algumas dicas que podem ajudar a família inteira a estabelecer uma relação mais saudável com os alimentos:

1 – Planeje as refeições e faça escolhas saudáveis e equilibradas: opte por grãos integrais, frutas e legumes e fontes variadas de proteína;

2 – Prepare a própria refeição e envolva a criança, quando possível: dependendo da idade, a criança pode ajudar a lavar os legumes, dispor os alimentos na mesa, servir o próprio prato etc. Pratos, copos e talheres com cores e desenhos atrativos também podem ajudar a despertar o interesse dos pequenos;

3 – Tenha frutas sempre disponíveis e demonstre o prazer em degustá-las. Tente inserir no seu dia e no das crianças pelo menos cinco porções de frutas diferentes. Além de saborosas, elas fornecem diferentes vitaminas e minerais;

4 – Adie o contato com o açúcar. Considerado um carboidrato simples, ele oferece muitas calorias, poucos nutrientes e promove picos de glicose no sangue. Por isso, está relacionado à obesidade infantil e a doenças cardiovasculares derivadas, além de provocar cáries. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é evitar o consumo até os dois anos de idade. Depois disso, a orientação é ingerir no máximo 25 gramas de açúcar por dia, equivalente a seis colheres de chá. Essa quantia inclui o açúcar contido em alimentos e bebidas industrializados;

5 – Leia os rótulos com atenção: verifique a quantidade de sódio e de gordura saturada. Como a indústria não é obrigada a informar a quantidade de açúcares na tabela nutricional, vale observar a quantidade de carboidrato e, na lista de ingredientes, ver se o açúcar não está apresentado por seus “codinomes” (glicose, frutose, sacarose, xarope de malte e até maltodextrina).

Esta matéria foi extraída do portal da Unimed Cuiabá. Para ler essa e outras informações acesse aqui.

Texto: Agência Babushka | Edição e Revisão: Unimed do Brasil
Fonte: Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Pediatria
Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed

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